Estilo - Colete de pelo fake

23 junho, 2014 |

O inverno é lembrado sempre como a estação em que as pessoas se vestem melhor. As peças de roupa são mais discretas e os sapatos fechados também deixam os looks mais elegantes. Mas como já falei por aqui antes, é no inverno que podemos abusar de algumas peças a mais como cachecois, toucas, luvas e, nesse inverno de 2014, uma outra peça de roupa que é mais chamativa, mas que leva muito charme ao look: o colete de pelo fake!
Ele combina com looks mais elaborados e femininos com saia, renda e salto, por exemplo. Mas também fica ótimo se combinado com aquele velho jeans e sapatilhas. 
E como não pode faltar, separei looks lindos com os coletes de pelo pra a gente se inspirar e usar um monte nesse frio! 

Beijos!

Jé

Esmalte da semana - Casino Royale O.P.I

19 junho, 2014 |

Quem acompanha o Correria sabe que há algum tempo só posto sobre esmalte quando me apaixono de verdade por algum e essa semana passei um esmalte que estava querendo experimentar há um tempinho: o Casino Royale da O.P.I.
E quando a gente fica assim, meio que obcecada por alguma coisa, dificilmente a gente se desaponta, né? E não foi que eu realmente amei essa cor?! Ela me lembra o antigo Crepúsculo da Colorama, mas o Casino Royale é um tom mais aberto. Ele faz parte da coleção Skyfall lançada pela O.P.I. inspirada nas bondgirls e celebrando 50 anos dos  filmes do 007. O mais legal é que ele foi aprovado pelo salão em geral e acho que finalmente achei o esmalte pra usar no casamento da minha irmã. E vocês, gostam da cor?
Beijos!

Jé

Comportamento - Essa incrível geração de mulheres

18 junho, 2014 |

Oi meninas!
Hoje estou passando rapidinho aqui pra deixar um pequeno texto muito interessante! 
Independente do seu status de relacionamento no Facebook acredito que você já deve ter percebido que existe uma grande diferença entre a mulher que fomos criadas pra ser - super independentes e seguras - e o que os homens (ou a maioria deles) esperam de nós. Esse texto discute um pouco da grande quantidade de inconsistências nos papéis atribuídos às mulheres que vivem nessa grande correria de vida, tentando conciliar nossa força e nossa sensibilidade. Eu me identifiquei com várias situações e achei legal compartilhar com vocês. Depois deixem nos comentários a opinião de vocês.

A incrível geração de mulheres que foi criada para ser tudo o que um homem NÃO quer

Às vezes me flagro imaginando um homem hipotético que descreva assim a mulher dos seus sonhos:
“Ela tem que trabalhar e estudar muito, ter uma caixa de e-mails sempre lotada. Os pés devem ter calos e bolhas porque ela anda muito com sapatos de salto, pra lá e pra cá.
Ela deve ser independente e fazer o que ela bem entende com o próprio salário: comprar uma bolsa cara, doar para um projeto social, fazer uma viagem sozinha pelo leste europeu. Precisa dirigir bem e entender de imposto de renda.
Cozinhar? Não precisa! Tem um certo charme em errar até no arroz. Não precisa ser sarada, porque não dá tempo de fazer tudo o que ela faz e malhar.
Mas acima de tudo: ela tem que ser segura de si e não querer depender de mim, nem de ninguém.”
Pois é. Ainda não ouvi esse discurso de nenhum homem. Nem mesmo parte dele. Vai ver que é por isso que estou solteira aqui, na luta.
O fato é que eu venho pensando nisso. Na incrível dissonância entre a criação que nós, meninas e jovens mulheres, recebemos e a expectativa da maioria dos meninos, jovens homens,  homens e velhos homens.
O que nossos pais esperam de nós? O que nós esperamos de nós? E o que eles esperam de nós?
Somos a geração que foi criada para ganhar o mundo. Incentivadas a estudar, trabalhar, viajar e, acima de tudo, construir a nossa independência. Os poucos bolos que fiz na vida nunca fizeram os olhos da minha mãe brilhar como as provas com notas 10. Os dias em que me arrumei de forma impecável para sair nunca estamparam no rosto do meu pai um sorriso orgulhoso como o que ele deu quando entrei no mestrado. Quando resolvi fazer um breve curso de noções de gastronomia meus pais acharam bacana. Mas quando resolvi fazer um breve curso de língua e civilização francesa na Sorbonne eles inflaram o peito como pombos.
Não tivemos aula de corte e costura. Não aprendemos a rechear um lagarto. Não nos chamaram pra trocar fralda de um priminho. Não nos explicaram a diferença entre alvejante e água sanitária. Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas nos ensinaram esportes. Nos fizeram aprender inglês. Aprender a dirigir. Aprender a construir um bom currículo. A trabalhar sem medo e a investir nosso dinheiro.  Exatamente como aconteceu com os meninos da nossa geração.
Mas, escuta, alguém  lembrou de avisar os tais meninos que nós seríamos assim? Que nós disputaríamos as vagas de emprego com eles? Que nós iríamos querer jantar fora, ao invés de preparar o jantar? Que nós iríamos gostar de cerveja, whisky, futebol e UFC? Que a gente não ia ter saco pra ficar dando muita satisfação? Que nós seríamos criadas para encontrar a felicidade na liberdade e o pavor na submissão?
Aí, a gente, com nossa camisa social que amassou no fim do dia, nossa bolsa pesada, celular apitando os 26 novos e-mails, amigas nos esperando para jantar, carro sem lavar, 4 reuniões marcadas para amanhã, se pergunta “que raio de cara vai me querer?”.
“Talvez se eu fosse mais delicada… Não falasse palavrão. Não tivesse subordinados. Não dirigisse sozinha à noite sem medo. Talvez se eu aparentasse fragilidade. Talvez se dissesse que não me importo em lavar cuecas. Talvez…”
Mas não. Essas não somos nós. Nós queremos um companheiro, lado a lado, de igual pra igual. Muitas de nós sonham com filhos. Mas não só com eles. Nós queremos fazer um risoto. Mas vamos querer morrer se ganharmos um liquidificador de aniversário. Nós queremos contar como foi nosso dia. Mas não vamos admitir que alguém questione nossa rotina.
O fato é: quem foi educado para nos querer? Quem é seguro o bastante para amar uma mulher que voa? Quem está disposto a nos fazer querer pousar ao seu lado no fim do dia? Quem entende que deitar no seu peito é nossa forma de pedir colo? E que às vezes nós vamos precisar do seu colo e às vezes só vamos querer companhia pra um vinho? Que somos a geração da parceria e não da dependência?
E não estou aqui, num discurso inflamado, culpando os homens. Não. A culpa não é exatamente deles. É da sociedade como um todo. Da criação equivocada. Da imagem que ainda é vendida da mulher. Dos pais que criam filhas para o mundo, mas querem noras que vivam em função da família.
No fim das contas a gente não é nada do que o inconsciente coletivo espera de uma mulher. E o melhor: nem queremos ser. Que fique claro, nós não vamos andar para trás. Então vai ser essa mentalidade que vai ter que andar para frente. Nós já nos abrimos pra ganhar o mundo. Agora é o mundo tem que se virar pra ganhar a gente de volta.
Ruth Manus (Estadão)

Estilo - Na torcida

17 junho, 2014 |

A Copa do Mundo apenas começou aqui no Brasil e pra entrar no clima e torcer com estilo, trago algumas inspirações pra gente. Saindo um pouco da óbvia camiseta amarela da seleção e usando peças, ou mesmo o próprio tema, com mais criatividade.

#MISTURINHAS

O look da Helena Bordon com a blusa cropped e o shorts jeans de cintura alta parece bem confortável e ficou super estiloso.
A mesma impressão fica com o look da Mariah, mas ela deixou ele mais feminino com a blusa de renda amarela.
Peças estampadas, camisetas divertidas e combinação de peças nas cores da seleção também formam ótimos looks pra acompanhar uma tarde de torcida!

#NO TOM

Se você quer ser mais discreta, um acessório ou uma peça em verde, amarelo ou azul pra quebrar a sobriedade do look básico já marca presença na hora da torcida também!
#MINI COLEÇÕES

Além dessa opções também tem as mini coleções feitas especialmente pra Copa. Como esses looks da FARM,  peças estampadas lindas da Karamello e as blusas da Lafort.
Beijos!

Jé

Um dia calmo

13 junho, 2014 |

Às vezes um dia tranquilo no meio da semana é tudo o que a gente precisa pra colocar as ideias e planos em ordem. E ontem foi um dia ótimo! Pra começar, o feriado pelo início da Copa não poderia ter caído em dia melhor: 12 de junho, o Dia dos Namorados aqui no Brasil. Pude passar o dia inteiro com o meu namorado e preferimos ficar em casa tranquilos enquanto pessoas do mundo inteiro estavam espalhadas pela cidade comemorando o início da Copa. Descansei bastante, comi muito e passei um tempinho lendo, atualizando coisas do blog, viajando no Pinterest e no Instagram (as melhores fontes de inspiração) e encontrei esse vídeo delícia da Dana Williams e da Leighton Meester. Uma música já velha conhecida numa versão bem calminha. Espero que o dia de vocês também tenha sido bom! :)
E um bom final de semana!



Now here you go again

You say you want your freedom

Well who am I to keep you down?
It's only right that you should
Play the way you feel it
But listen carefully to the sound
Of your loneliness
Like a heartbeat .. drives you mad
In the stillness of remembering what you had
And what you lost ...
And what you had ...
And what you lost



Thunder only happens when it's raining

Players only love you when they're playing
Say women they will come and they will go
When the rain washes you clean you'll know
You'll know



Now here I go again I see the crystal visions

I keep my visions to myself
It's only me who wants to
Wrap around your dreams and ...
Have you any dreams you'd like to sell?
Dreams of loneliness
Like a heartbeat .. drives you mad
In the stillness of remembering what you had
And what you lost ...
And what you had ...
And what you lost



Thunder only happens when it's raining

Players only love you when they're playing
Women they will come and they will go
When the rain washes you clean you'll know



Thunder only happens when it's raining

Players only love you when they're playing
Say women they will come and they will go
When the rain washes you clean you'll know
You'll know ...
You will know ...